Descupinização

O controle de cupins subterrâneos baseia-se no estabelecimento de uma barreira que impeça a chegada das operárias até as plantas ou mudas. Esta barreira pode ser física ou química, sendo esta última a mais utilizada. Atualmente existem novas propostas de formas de controle, como a utilização de iscas tóxicas.

Métodos de controle para Cupins subterrâneos

Barreiras Físicas

As barreiras físicas excluem cupins das edificações por meio de utilização de materiais impenetráveis. Estas barreiras podem ser construídas por partículas uniformes, como é no caso de areia, vidro moído, basalto, ou por telas de aço inoxidável, pois materiais muito grandes ou muito pequenos impedem que os cupins possam transportar este material na construção de galerias. Porém esta técnica não é muito empregada no Brasil.

Barreira Química

A barreira química consiste na aplicação direta de inseticida, no local de infestação ou ao redor dele. Um dos produtos mais utilizados é do grupo organoclorado, o qual possui um alto teor residual, e que devido a essa característica passou a ser proibido seu uso em 1985. No ano seguinte, instalaram-se dois experimentos com inseticidas nas formulações granulada, pó-seco, concentrado emulsionável e pó molhável. As especificações técnicas e seu modo de ação são apresentadas no tópico “inseticidas”.

Iscas

Este método consiste na aplicação em material vegetal como blocos de madeira de inseticida de ação lenta e prolongada, que após ingerir o inseticida o cupim vive o suficiente para chegar ao ninho e transpor o composto a colônia. A importância desta técnica é o uso diminuto de inseticidas para o controle de cupins, sendo assim menos agressivo ao meio ambiente.